Minhas costelas se contorciam contra a sua barriga,
sua língua dura perfurava minha boca,
engolindo doses cavalares de saliva goela adentro.
Minhas mãos cegas buscavam com
tanta ânsia enxergar o teu corpo que
se perdiam dentro das tuas entranhas.
Cravadas minhas unhas no teu glúteo
sentia sua pulsação pela ponta dos meus dedos,
te forçando para dentro de mim, enquanto
você me corroia como ácido.
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